Pages

Mostrando postagens com marcador decisões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador decisões. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Faça o que eu te peço.



E doí. É como se uma faca fosse entrando lentamente dentro do meu peito e então você - o torturador - a girasse, por dentro de mim, com um sorriso malicioso, dizendo estar triturando meu coração. 


Coração? Esse a muito só bombeia o sangue mesmo. Minha mente tenta enganá-lo dizendo que está apaixonada. Sou o oposto, sou o contrário.


Minha mente que engana o coração.


Coloque a faca em minha mente, triture meu cerébro, tire todas as lembranças, todas as dúvidas. Me tire de mim. Meus problemas, minhas dúvidas, minhas tristezas, arranque-as todas. Não seja um torturador, seja meu salvador. 


E então leve meu coração inteiro, coloque numa caixa e diga: "As ultimas batidas desse coração foram pra mim, foram de gratidão. Eu fui amado". Não será digno de pena você apenas ter sido amado por aquela que você assassinou. O amor tem várias formas de aparecer. 


Tantas formas que eu deixei de acreditar em todas. 


Coloque a faca em minha mente. Me deixe ir embora desse mundo. Tem alguém muito especial pra cuidar de mim do outro lado, não se preocupe. Não guardarei ódio de você, apenas amor em forma de gratidão.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Verdades


Ela queria, naquele dia mais do que em todos, ser invisível. Não por vergonha, ou por arrependimento, não mudaria nada que fez na semana inteira, por mais estranhas e ridículas que foram, ela se sentia bem com suas escolhas. Só queria ser invisível pra que ninguém atrapalhasse a sua paz, principalmente ele.

Foi pra pracinha silenciosa que havia ali, sentou-se à sombra das árvores, tirou seu livro da bolsa e adentrou em sua paz, tudo parecia cena de filme, refrão de música, descanso depois da longa caminhada. Seu livro era especial, descrevia uma vida universal, que as vezes ela espantava-se com as semelhanças entre sua vida e a contada, mas sempre se sentia bem... então ela finalmente via que não era a única do mundo que passava por aquelas situações, que tinha aqueles medos.
Logo após terminar o capítulo sobre a coragem algo fez sombra em seu rosto e ao erguer os olhos percebeu que era ele, a última pessoa que ela queria encontrar naquele dia.
Ele sentou ao seu lado e ficou observando a vista bucólica do lugar.
- Eu preciso muito da sua ajuda - falou ele.
- Eu não posso te ajudar. Porque estou invisível.
- Pare com isso, o que tenho pra te falar é importante...preciso da sua ajuda.
- Você nunca me viu quando tentei ser visível. Hoje eu não posso te ver, não posso te ajudar. Eu estou invisível pra você.

Ela levantou-se, sua paz ainda não estava abalada, mas sabia que precisava sair dali antes que ele falasse alguma coisa que a pertubaria; ela pegou sua bolsa e livro e começou a andar pelo caminho de tijolos vermelhos já gasto pelo tempo. 
Sentiu quando ele segurou seu braço, sentiu seu hálito em seu pescoço quando ele disse:
- Mas eu te vi quando estava invisível. Isso não vale alguma coisa? Não conta nenhum ponto?
- Você não me viu, você precisou de mim. Apenas isso.
Ela desvencilhou-se e continuou a caminhar, sabia que esse seria mais um momento daquela semana que ela não se arrependeria.

Pauta para o OUAT


quinta-feira, 4 de março de 2010

Um pouco de sorte

 

Ela resolveu abandonar todos seus planos e metas, estes não a haviam ajudado muito até agora, e não ajudariam. Ela precisava se sentir bem, então resolveu ser diferente, não A diferente, mas apenas outra dela mesma.
E assim, sem avisar ninguém, do dia pra noite, ela mudou...começou a falar o que pensava, e agir do jeito que antes repeendia, e as pessoas começaram a falar que ela não estava bem, que deveria dormir, e outros mil tantos conselhos. Mas ela estava bem, estava feliz; mas quase ninguém via. Quase ninguém.
Ela abriu seu coração e agora espera que a sorte responda, porque o vento sempre muda de direção e ela pretende ficar onde está, esperando que ele faça a curva e volte. E ele voltará, ela sabe, pois é assim que a sorte age.

"Sometimes we have to stay free, maybe, in that way, love can happens"

segunda-feira, 2 de março de 2009

Empty house

Em uma música da Pink ela diz 'I dance around this empty house', e reclama por não ser mais uma 'funhouse'. Eu já sou o contrário, hoje, após uma conversa banalmente banal, em inglês com um quase desconhecido, sobre lápis e idiomas na hora em que devia estar fazendo atividade da aula, percebi que 'minha casa está vazia' e que estou dançando feliz da vida nela, estranho? Nem um pouco, não é que eu esteja vazia, só estou pronta pra recomeçar, talvez não ser uma nova Fernanda, mas voltar ao início da Fernanda que acabou de se esvaziar essa tarde.
Esta na hora de encher a casa com diversão!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Coisas fúteis

É nisso que pretendo pensar por um bom tempo, em futilidades.O por que disso? Não pensar em meus sentimentos, eles são confusos e me deixam mal, porque de repente eles mudam...e não é uma coisa que eu possa controlar, quem derá eu pudesse!
Por isso decidi, nada de sentimentos até que eles se resolvam, quando estiverem certos do que sentir por cada coisa e cada pessoa, aí sim, começarei a usá-los novamente, mas não faço ideia do tempo que isso irá durar.
Por isso opto pela futilidade, pelo não sentimentalismo, por um torpor peneirado, e pelo menos nisso meus sentimentos concordam.